
nas tessituras de um frágil voo
eclipsado por um céu-nanquim
o menino poenta-se andorinha
eclipsado por um céu-nanquim
o menino poenta-se andorinha
sob o luar, o espantalho. busca no céu as estrelas azuis que aninha no bolso da velha camisa, enquanto sonha noites que aos seus ombros de palha trarão de volta pirilampos. e aos seus braços, a menina que numa primavera distante amanheceu-lhe girassóis.
3 comentários:
E da ponta de uma asa
escreve-se a chuva.
Por aqui, tudo é en[canto].
Abraço.
Katyuscia.
Tenho sempre que pensar em que espantalho para mim não é o mesmo que para ti. :)
Aqui em Portugal chama-se aa isso papagaio de papel. espantalho é outra coisa completamente diferente.
Mas seja assim ou de outra forma, os teus poemas são sempre belos.
Beijos meus
Tudo aqui é muito lindo! Parabéns pelo seu espaço! Bjos
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