memórias
ou ainda
, um adeus que nunca houve
amontoado
empoeirado
fincado ao peito nu
feito coisa
feito nada
nada
sob o luar, o espantalho. busca no céu as estrelas azuis que aninha no bolso da velha camisa, enquanto sonha noites que aos seus ombros de palha trarão de volta pirilampos. e aos seus braços, a menina que numa primavera distante amanheceu-lhe girassóis.
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