
nas tessituras de um frágil voo
eclipsado por um céu-nanquim
o menino poenta-se andorinha
eclipsado por um céu-nanquim
o menino poenta-se andorinha
sob o luar, o espantalho. busca no céu as estrelas azuis que aninha no bolso da velha camisa, enquanto sonha noites que aos seus ombros de palha trarão de volta pirilampos. e aos seus braços, a menina que numa primavera distante amanheceu-lhe girassóis.